Mulheres de atitude que você não conhece

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Neste Dia Internacional da Mulher, 8 de março, vamos conhecer algumas mulheres que fizeram e fazem grandes feitos no mundo e que mesmo assim, ninguém conhece.

As mulheres estão presentes em diferentes áreas de trabalho, de donas de casa até medicina e política, já que elas têm os mesmos direitos que seus companheiros do sexo masculino.

Conheça algumas mulheres que cresceram (ou não ainda) e se tornaram líderes e referência para as mulheres que queiram seguir nas mesmas áreas ou que compartilhem seus valores:

Sheryl Sandberg

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Sheryl é uma empresária norte-americana e a atual chefe operacional do Facebook desde 2008. Em junho de 2012, foi eleita pelos membros para o conselho de administração da empresa, tornando-se a primeira mulher a ocupar essa posição no Facebook.

Antes de fazer parte da empresa da famosa rede social, Sandberg foi vice-presidente de Vendas Globais e Operações Online do Google e chefe de pessoal no Departamento do Tesouro norte-americano.

Em 2012, foi eleita como uma das cem pessoas mais influentes do mundo pela revista Time, e posteriormente como a 10ª mulher mais poderosa do mundo pela Forbes.

Sheryl também luta pelo reconhecimento das mulheres no mercado de trabalho e por igualdade salarial.

 

Myriam Rawick

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A adolescente síria de 13 anos, Myriam Rawick, conta em seu diário os horrores da guerra em Aleppo de novembro de 2011 a dezembro de 2016. “O diário de Myriam” conta a guerra síria vista por uma criança de uma família cristã que teve de fugir de casa com a sua família e se tornar uma refugiada no próprio país.

Myriam anotava tudo que acontecia, como lemas revolucionários pintados nos muros, manifestações contra o governo, o sequestro do seu primo, o bloqueio e os combates.

Em entrevista, ela disse que sonha em ser astrônoma “porque ama as estrelas”, continua escrevendo no seu diário.

 

Virgínia Apgar

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Virginia Apgar foi uma médica anestesista dos Estados Unidos e a responsável pela especialização em neonatologia, ramo da pediatria que cuida de recém-nascidos.

Sua maior contribuição foi o desenvolvimento do Índice de Apgar, um método de avaliação da saúde do bebê logo após o parto.

Este trabalho reduziu drasticamente a mortalidade infantil em todo o mundo.

Ela também foi professora da Universidade Cornell, onde ensinou teratologia, o estudo de defeitos congênitos em recém-nascidos. Publicou cerca de 60 artigos, ensaios e textos em revistas, recebendo diversos prêmios e doutorados honorários, como os Woman’s Medical College of Pennsylvania (1964) e Mount Holyoke College (1965). Foi eleita a Mulher do Ano na Ciência pelo Ladies Home Journal em 1973. Ela acreditava que mulheres mereciam mais oportunidades na ciência, especialmente na área médica.

 

Katherine Johnson

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Conhecida pelo filme “Estrelas além do tempo”, ela sempre foi considerada uma criança prodígio, já que terminou o colégio aos 14 anos e se formou em matemática e língua francesa aos 18 anos na West Virginia State University.

Um ano depois de sua graduação, Johnson foi a primeira mulher negra a ser selecionada para integrar um curso de pós-graduação na mesma universidade que se graduou.

Ela começou a trabalhar na NASA em 1953, na época conhecido como Comitê Consultivo Nacional de Aeronáutica (Naca), analisando dados de testes de voo, função que ficou até 1958.

O início da corrida espacial, em 1957, com o lançamento do satélite sociético Sputnik mudou a história e colocou a URSS, atual Rússia, na liderança. No mesmo ano, Katherine resolveu alguns cálculos para o documento de 1958, Notas sobre Tecnologia Espacial, um compêndio de uma série de palestras dadas por engenheiros na Divisão de Pesquisa de Vôo e na Divisão de Pesquisa de Aeronaves Sem Piloto (PARD).

Katherine fez análise de trajetória para a missão de Alan Shepard de maio de 1961 Freedom 7, o primeiro voo espacial humano da América.

Em 1962, a NASA realizava a missão orbital de John Glenn, Katherine Johnson foi chamada a fazer o trabalho para o qual ela se tornaria mais conhecida.

A complexidade do voo orbital exigiu a construção de uma rede mundial de comunicações, ligando estações de rastreamento ao redor do mundo para computadores IBM em Washington, DC, Cabo Canaveral e Bermuda. Os computadores foram programados com as equações orbitais que controlariam a trajetória da cápsula de Glenn.

Outra contribuição importante de Johnson foi o cálculo da trajetória do voo do Apolo 11, o foguete que levou os homens à Lua pela primeira vez, em 1969. Além de tudo isso, a cientista é coautora de 26 artigos científicos e recebeu, em 2015, das mãos do presidente dos Estados Unidos Barack Obama uma das maiores honrarias dos EUA: a medalha presidencial da liberdade.

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