Câncer de Próstata: uma ameaça silenciosa

O câncer de próstata é o segundo câncer que mais mata homens no Brasil. Ele está atrás apenas do câncer de pulmão. Se diagnosticado com antecedência, o câncer de próstata pode ser tratado adequadamente. O ideal é que a partir dos 50 anos o homem faça anualmente o exame do toque retal e PSA. Caso haja na família casos de câncer de próstata, especialmente em homens mais jovens, o homem deve começar a fazer os exames regulares a partir dos 40 anos.

Normalmente o tumor na próstata apresenta um crescimento lento e silencioso, sem produzir sintomas na fase inicial. Na maioria dos casos, os primeiros sintomas variam entre urina escura ou dificuldade para urinar. Assim que o homem sentir algo diferente é preciso ir ao médico. Nos casos mais precoces muitas vezes nem é necessário fazer intervenção cirúrgica.

Sintomas em casos mais avançados:

Necessidade frequente de urinar, durante o dia e noite;
Dificuldade ao urinar – dor ou ardor; Em alguns casos o jato é bem fraco ou a urina sai em gotas;
Urina e/ou sêmen escurecido;
Dor ao ejacular;

Tipos de tratamento

Basicamente há três diferentes tipos de tratamento: Cirurgia, Radioterapia ou observação continuada.

Na cirurgia, a próstata é removida e, em alguns casos, linfonodos regionais. Entre as possibilidades de complicação, a disfunção erétil ou incontinência urinária grave.

A Radioterapia pode ser interna (braquiterapia) ou externa. Tanto a disfunção erétil quanto a incontinência urinária acontecem com menos frequência como consequência da radioterapia. Contudo ela pode causar inflamações do reto e/ou bexiga.

Em casos menos agressivos alguns médicos preferem fazer uma observação continuada e, assim, acompanhar o andamento da situação. Ao longo do período, o paciente deve mudar alguns hábitos e continuar com consultas e exames periódicos.

Fatores de risco

A idade e histórico familiar são os principais fatores de risco. Com isso, a “prevenção” está relacionada a um estilo de vida saudável. E, acima de tudo, realizar exames e consultar o médico periodicamente.

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